Seu fornecedor de mkt se preocupa em dominar o digital e esquece o consumidor?

Com as grandes transformações nos hábitos de consumo de bens e principalmente de informação, todo mês, talvez toda semana, surge a revolução da revolução com a promessa de que, num toque de mágica, vai catapultar a sua marca para os pícaros da fama. Ledo engano.

Hoje, muitas empresas apostam todas as suas fichas em inbound, em mídia digital, adwords, acreditando que isso é o futuro e é suficiente. Sim. É muito importante ter uma plataforma digital de marca operando com eficiência. É o primeiro passo para estar vivo como marca, mas definitivamente não é 100%, nem 70%. O universo das mídias/ferramentas digitais está totalmente baseado no relacionamento e não na construção de marca. Ou seja, você está investindo 100% da sua verba em 30, no máximo 40% das tuas obrigações de mkt como marca.

O que muitos esquecem com tantas transformações por minuto é que no final da cadeia está o consumidor. Inclusive, trata-se do elo mais valioso de todo o processo. E o consumidor, mesmo que mutante, evolutivo, ainda é um ser humano com sentimentos, desejos, expectativas, anseios e ansiedades. Por isso, para que você possa interagir com essa complexa engrenagem que é o cérebro humano é necessário muito mais que 30 caracteres, muito mais que uma frase de “call to action”, muitos mais que 10 banners ou 100 cards.

Para conquistar esse ser humano que é o consumidor, você precisa de um discurso muito mais elaborado e uma relação muito mais elevada. Precisa envolver, encantar, surpreender, instigar. E isso, você não vai fazer via mídias digitais. Você pode fazer através do meio digital, mas as ferramentas para tal são outras. Vale pensar a respeito.

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